QUEM SOMOS

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André Gaio Pereira, violino I

André Gaio Pereira foi nomeado Prémio Maestro Silva Pereira- Jovem Músico do Ano 2017, uma das mais prestigiadas distinções em Portugal. Actuou a solo com as orquestras Gulbenkian, Metropolitana de Lisboa, Clássica do Sul, Cascais e Oeiras, Filarmonia das Beiras e Sinfonietta de Ponta Delgada, e viajou em digressão pelo Japão, Tailândia, China, Itália, Alemanha, França e Áustria, apresentando-se em algumas das mais prestigiadas salas de espetáculo do mundo. Concluiu, em 2016, a sua licenciatura na Royal Academy of Music (Londres), distinguido como melhor aluno do curso. Durante os seus estudos, foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da prestigiada ABRSM. O Quarteto Tejo, agrupamento vencedor do Prémio Jovens Músicos – Música de Câmara 2019, é um dos seus mais recentes projectos. Além da dedicação à música de câmara, André prossegue ainda uma carreira como solista e recitalista, sendo também convidado para orientar masterclasses e liderar orquestras em Portugal e no Reino Unido. Dedica-se a novas aventuras musicais e artísticas, incluindo os seus arranjos para violino solo da música de Carlos Paredes.

Tomás Soares é violinista no Quarteto Tejo com quem ganhou o 1º prémio no concurso Prémio Jovens Músicos em 2019. As suas actividades musicais já o levaram a França, Inglaterra, Holanda, Alemanha, Bélgica, Noruega, República Checa, Áustria, Brasil, Escócia, Espanha, Estónia e Estados Unidos da América. É Concertino Auxiliar do Ensemble Concerto Moderno onde atuou nos principais palcos do país como o Palácio Nacional da Ajuda, o Museu Gulbenkian, o Palácio Foz e o Centro Cultural de Belém. Atualmente frequenta o Mestrado em Performance na Bélgica no Conservatório Real de Antuérpia e o mestrado em Performance Solo na Folkwang Universität der Künste na Alemanha. É também reforço habitual da Orquestra Metropolitana de Lisboa e da Orquestra de Camara Portuguesa.

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Tomás Soares, violino II

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Sofia Silva Sousa, viola

Sofia Silva Sousa, violetista bracarense, iniciou estudos com Dírio Alves, no Conservatório de Braga. Em 2018, concluiu licenciatura na Royal Academy of Music, sob orientação de James Sleigh e Martin Outram. Atualmente, prossegue formação com Nathan Braude no Royal College of Music e com Miguel da Silva na Chapelle Musicale Reine Elizabeth. É bolseira da Chapelle e os seus estudos em Londres são generosamente apoiados por Frederick Johnston Scholarship. Em 2018 foi vencedora do Prémio Maestro Silva Pereira, na sequência de ter obtido o primeiro lugar no Prémio Jovens Músicos, na categoria de Viola nível superior. No Verão passado, o Quarteto Tejo, do qual é membro fundador, foi também vencedor do mesmo Prémio, mas na categoria de música de câmara (nível superior). Foi recentemente contratada pela Orquestra Sinfónica de Londres, como viola tutti. De entre os seus próximos projetos, destaca-se a sua colaboração a solo com a Orquestra de Câmara Portuguesa em Junho e recitais com o Quarteto Tejo.

Começou os seus estudos musicais com Catherine Strynckx na Escola de Música do Conservatório Nacional. É sobretudo na música de câmara que se sente em casa com o Quarteto Tejo, vencedor do 1º prémio do concurso Prémio Jovens Músicos nível superior em 2019. Em 2016 ganhou o primeiro prémio do Concurso Internacional da Cidade do Fundão enquanto solista. Como intérprete versátil, para além do repertório clássico, participa frequentemente em projetos de música contemporânea (ensemble Contrechamps) e música antiga com violoncelo barroco (com Gabriel Garrido). Em 2015 foi admitida em licenciatura na Haute École de Musique de Genève na classe de Ophélie Gaillard, formação que terminou em 2018 com nota máxima. Durante o primeiro ano de mestrado em ensino integrou a classe de Hans Jakob-Eschenburg na Hoschule Für Musik Hanns Eisler, em Berlim, tendo obtido em setembro de 2020 o seu diploma com distinção. Atualmente frequenta um mestrado em improvisação em Genebra onde é professora no Conservatoire Populaire. Toca com um violoncelo Charles Gaillard do século XIX, cedido pela Fundação Lalive.

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Beatriz Raimundo, violoncelo

QUARTETO TEJO

Desde a sua formação, em dezembro de 2018, o ensemble já se apresentou em Lisboa, Porto, Viseu, Leiria, Faro e Castelo Branco. Já em 2019, em abril, foi um dos grupos selecionados para a residência artística em West Dean College, Inglaterra, onde recebeu instrução intensiva do Quarteto Chiligirian. Outros mentores que orientam o quarteto são os professores Paul Wakabayashi e Paulo Gaio Lima. Em julho 2019, o grupo obteve o 1º prémio no concurso Prémio Jovens Músicos, categoria Música de Câmara- nível superior.

Para a temporada 2020/2021 estão agendados concertos Palácio Nacional da Pena, Casa da Música, Festival de Música de Setúbal e Festival Crans Montana Classics (Suíça).

Em Outubro de 2019, participaram no ciclo “Ouvidos para a Música” em parceria com o maestro Martim Sousa Tavares, deram Masterclass e um recital no Conservatório Regional de Música de Viseu e participaram no Festival Jovens Músicos na Fundação Calouste Gulbenkian. No Verão de 2020, colaboraram com o clarinetista António Saiote nos Festivais de Música do Estoril e de Alcobaça. Foram também distinguidos com primiero prémio ex-aequo nas Masterclasses do Verão Clássico. Na Primavera de 2021 irão gravar o seu primeiro álbum, com a ajuda financeira da Fundação GDA.

Recentemente, o grupo foi aceite no Conservatoire à Rayonnement Régional de Paris, onde trabalhará com o professor Miguel da Silva.

O Quarteto Tejo é um bilhete para Portugal de Inglaterra, Suíça, Bélgica e Alemanha; é uma viagem de quatro indivíduos à exploração do seu gosto comum pela música.

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